domingo, 13 de janeiro de 2008

16 - Na fazenda

Quarta-feira de manhãzinha. Ana já carregara as malas no carro e aguardava Silvia para irem à fazenda. A fazenda que iriam ficava a quase duzentos quilômetros de distância. Ana vestiu uma calça jeans, uma camisa branca e botas. Já que iam para uma fazenda resolveu vestir-se assim.

Silvia apareceu também vestida de jeans, botas e uma camisa preta. Ao vê-la Ana sentiu um desejo imenso de beijá-la, de fazê-la sua. Ai, que droga, preciso me controlar. Repreendeu-se.
Silvia aprova o que vê. Ana estava extremamente sexy vestida desta forma. Ah, Ana, hoje você não me escapa. Pensa Silvia, sorrindo sedutora para Ana.

- Tudo pronto, Ana?

- Sim, D. Silvia.

- Então vamos. Sei que é a primeira vez que você vai, vou te dizendo o caminho.

Ana abre a porta e Silvia a fecha.

- Não Ana, vou na frente.

- Ok. D. Silvia. E abre a porta da frente para ela entrar.

Silvia encara Ana por alguns segundos, dá um sorriso e resolve entrar no carro, Ana sente seu perfume. Sempre ficava inebriada com ele. Não seria nada fácil dirigir com ela ao seu lado.

A viagem foi tranqüila quanto à estrada, o caminho era fácil, mas Ana ficou o tempo todo tensa com Silvia ao seu lado. Chegaram bem antes do almoço. Ana descarregou as malas e as colocou nos respectivos quartos. Silvia pediu que Ana carregasse para ela algumas pastas onde tinham os relatórios que ela queria discutir com o administrador da fazenda, o Sr. Fernando.

Estavam conversando sobre os métodos de inseminação artificial e foram até o local onde isso era feito. Ana os seguia. Não conseguia desviar o olhar da bunda de Silvia, parece que ela rebolava de propósito, só para provocá-la. Por duas vezes, Silvia flagrara Ana com o olhar fixo em sua bunda. Ana ficava toda sem graça. Silvia estava adorando a situação, adorava provocar e faria isso até Ana ceder. Sabia que ela não era indiferente às provocações.

- Sr. Fernando, estou pensando em aumentar a área da fazenda. Fui informada que o nosso vizinho, o Jerônimo, está querendo vender suas terras.

- Sim, é verdade, D. Silvia.

- Ótimo, então converse com ele sobre a possibilidade de fecharmos negócio. Estou querendo aumentar a produção do frigorífico e o aumento da capacidade de criação será fundamental para isso.

- Conversarei e depois informarei os detalhes da compra.

- Obrigada.

Conversaram sobre um monte de coisas relacionadas à criação de gado. Silvia também conversou com o veterinário sobre a prevenção de doenças no rebanho. Ana ia sempre atrás dela, deliciando-se com a visão de seu corpo e, ao mesmo tempo, repreendendo-se por fazer isso. Acabou conhecendo boa parte das instalações da fazenda e tendo de controlar a vontade de agarrar Silvia.

No final do dia Ana estava cansada, não via a hora de tomar um banho quente e se deitar. Silvia a dispensou e Ana foi jantar e logo em seguida tomou um banho e se recolheu em seu quarto.

Estava deitada, pensando em como foi o seu dia, quando ouviu leves batidas na porta. Quem será? Pensou, abriu a porta e levou um susto, seu coração acelerou. Era Silvia.

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