sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Bom dia Meninas,
Termino aqui mais uma estória. Espero que tenham adorado a companhia da Silvia e da Ana. Agradeço os comentários postados no blog (todos foram lidos) e os e-mails recebidos (todos respondidos, se eu não respondi é pq não chegou até mim..rsrs). Boa leitura deste último capítulo.
Tenham uma ótima sexta-feira e um maravilhoso fim de semana!
Um beijo no coração de cada uma de vocês
Gatafield
Termino aqui mais uma estória. Espero que tenham adorado a companhia da Silvia e da Ana. Agradeço os comentários postados no blog (todos foram lidos) e os e-mails recebidos (todos respondidos, se eu não respondi é pq não chegou até mim..rsrs). Boa leitura deste último capítulo.
Tenham uma ótima sexta-feira e um maravilhoso fim de semana!
Um beijo no coração de cada uma de vocês
Gatafield
31 - Fim? Não, apenas o começo!
Ana recebe alta e sai do hospital em uma cadeira de rodas, mas feliz da vida. Ana vê o carro com um homem ao lado. Olha para Silvia, ri e pergunta:
- Perdi a vaga?
- Sim, você foi promovida. E dá um suave beijo nos lábios de Ana.
Ana é colocada no banco da frente, é mais confortável e vão para casa.
Ana é instalada no quarto de Silvia. É a primeira vez que entra nele. É imenso e tem uma daquelas camas enormes, tamanho king. Descobre que no banheiro tem uma banheira de hidromassagem para duas pessoas. Humm.. tive umas idéias. Mas antes preciso ficar boa da perna. Ana pensa sorrindo. Está feliz como nunca foi. Sente-se no céu. E vê Silvia igualmente feliz.
Célia estranhou Ana ser instalada no quarto de Silvia, e entendeu o que estava acontecendo. Ficou feliz pelas duas. Até que enfim D. Silvia criou juízo. Pensou.
Ana está deitada e Silvia entra no quarto. Vai até ela e senta-se ao seu lado. Dá-lhe um beijo apaixonado.
- Tudo bem contigo, meu amor? Silvia pergunta fazendo um carinho no rosto de Ana.
- Sim, estou ótima. Uau, esta cama é imensa. Ana diz rindo.
- É mesmo, sempre me senti perdida nela.
- Ah, você tá brincando.
- Sério. Você é a primeira mulher que entra no meu quarto, na minha cama e no meu coração. Diz olhando apaixonadamente para Ana.
- Uau, que privilégio. Diz rindo, olha para Silvia e diz: - Eu te amo, Silvia.
- Eu também te amo, meu amor.
Se abraçam e se beijam, o desejo é despertado e se querem com paixão. Silvia tira suas roupas e a de Ana, beijando cada parte que vai desnudando, deixando Ana cada vez mais enlouquecida. Silvia se deita ao lado dela, tomando cuidado com a perna machucada, e ambas se exploram com volúpia, arrancando gemidos uma da outra. Ficam horas se amando. Sentem-se realizadas e plenamente satisfeitas. Acabam adormecendo.
Finalmente os ferros da perna de Ana são retirados, mas ainda andará de muletas por um tempo. Não vê a hora de poder andar livremente. Começam as sessões de fisioterapia, que são extremamente doloridas. Duram quase dois meses e, enfim, recebe alta. Está livre.
Ana diz a Silvia que quer trabalhar, não agüenta ficar sem fazer nada. Precisa se ocupar. Silvia tem uma idéia. O Cardoso, chefe do departamento de contabilidade, se aposentará dentro de três meses e decide colocar Ana trabalhando com ele, para que ela aprenda o serviço e depois assuma o seu lugar. Ana vibra com a idéia. Era a oportunidade de trabalhar naquilo que tinha estudado. E assim é feito.
Ana sempre acompanha Silvia nas visitas às fazendas. Fazem tudo juntas.
Depois de mais um dia de trabalho, Ana chega no quarto e não vê Silvia, vai até o banheiro e a vê imersa na banheira cheia de espuma. Se aproxima, dá um sorriso safado e se despe e entra na água. Silvia sorri e sente seu corpo estremecer todo. Ana adorava fazer amor na banheira. Ana senta e a puxa para si, ficam de frente com Silvia sentada em seu colo. Suas peles molhadas em contato provocam sensações deliciosas. Ana percorre com seus dedos o rosto de sua amada. Cheira a sua pele, dá beijinhos em seu pescoço e ambas não resistindo trocam beijos apaixonados, as mãos deslizam pelos corpos molhados. Ana beija, mordisca, lambe o pescoço de Silvia, desce sua boca para os seios e os suga, Silvia geme alucinada, sentindo seu corpo inteiro se arrepiar de prazer. Ana faz Silvia sentar na borda da banheira e abre suas pernas. Se delicia com a visão que tem. Olha para o rosto de Silvia, para seus magníficos olhos verdes e dá um sorriso lindo e não se contendo, abocanha o sexo de sua amada, ambas gemem de prazer, Ana explora-o com avidez, percorre com sua língua todo o sexo de Silvia. Silvia implora por mais, então Ana penetra-a com os dedos e com a língua faz carinhos no clitóris intumescido. Silvia se alucina de tanto prazer. Ana sobe e a beija na boca, continuando a penetrá-la, movimentando-se mais rapidamente até Silvia de contorcer de prazer e sentir o orgasmo tomar conta de seu corpo. Relaxa. Ana a traz para si, colocando-a de costas, encaixando-a em seu corpo. Ana suavemente começa a passar a esponja pelo seu corpo, dando-lhe banho ao mesmo tempo que a enche de beijos e sussurra palavras de carinho. Na seqüência, Silvia se vira e dá um banho em Ana também, repleto de beijos e mais carinhos. Saem da banheira, se enxugam e vão para a cama. Continuam a se amar. O que aconteceu na banheira foi apenas o aquecimento do que aquela noite prometia. E entre gemidos e juras de amor, mais uma vez saciaram seus corpos. Terminam dormindo abraçadinhas.
Amanhã seria um novo dia, mas tinham a certeza de se amarem e isso bastava para seus corações seguirem felizes.
FIM.
- Perdi a vaga?
- Sim, você foi promovida. E dá um suave beijo nos lábios de Ana.
Ana é colocada no banco da frente, é mais confortável e vão para casa.
Ana é instalada no quarto de Silvia. É a primeira vez que entra nele. É imenso e tem uma daquelas camas enormes, tamanho king. Descobre que no banheiro tem uma banheira de hidromassagem para duas pessoas. Humm.. tive umas idéias. Mas antes preciso ficar boa da perna. Ana pensa sorrindo. Está feliz como nunca foi. Sente-se no céu. E vê Silvia igualmente feliz.
Célia estranhou Ana ser instalada no quarto de Silvia, e entendeu o que estava acontecendo. Ficou feliz pelas duas. Até que enfim D. Silvia criou juízo. Pensou.
Ana está deitada e Silvia entra no quarto. Vai até ela e senta-se ao seu lado. Dá-lhe um beijo apaixonado.
- Tudo bem contigo, meu amor? Silvia pergunta fazendo um carinho no rosto de Ana.
- Sim, estou ótima. Uau, esta cama é imensa. Ana diz rindo.
- É mesmo, sempre me senti perdida nela.
- Ah, você tá brincando.
- Sério. Você é a primeira mulher que entra no meu quarto, na minha cama e no meu coração. Diz olhando apaixonadamente para Ana.
- Uau, que privilégio. Diz rindo, olha para Silvia e diz: - Eu te amo, Silvia.
- Eu também te amo, meu amor.
Se abraçam e se beijam, o desejo é despertado e se querem com paixão. Silvia tira suas roupas e a de Ana, beijando cada parte que vai desnudando, deixando Ana cada vez mais enlouquecida. Silvia se deita ao lado dela, tomando cuidado com a perna machucada, e ambas se exploram com volúpia, arrancando gemidos uma da outra. Ficam horas se amando. Sentem-se realizadas e plenamente satisfeitas. Acabam adormecendo.
Finalmente os ferros da perna de Ana são retirados, mas ainda andará de muletas por um tempo. Não vê a hora de poder andar livremente. Começam as sessões de fisioterapia, que são extremamente doloridas. Duram quase dois meses e, enfim, recebe alta. Está livre.
Ana diz a Silvia que quer trabalhar, não agüenta ficar sem fazer nada. Precisa se ocupar. Silvia tem uma idéia. O Cardoso, chefe do departamento de contabilidade, se aposentará dentro de três meses e decide colocar Ana trabalhando com ele, para que ela aprenda o serviço e depois assuma o seu lugar. Ana vibra com a idéia. Era a oportunidade de trabalhar naquilo que tinha estudado. E assim é feito.
Ana sempre acompanha Silvia nas visitas às fazendas. Fazem tudo juntas.
Depois de mais um dia de trabalho, Ana chega no quarto e não vê Silvia, vai até o banheiro e a vê imersa na banheira cheia de espuma. Se aproxima, dá um sorriso safado e se despe e entra na água. Silvia sorri e sente seu corpo estremecer todo. Ana adorava fazer amor na banheira. Ana senta e a puxa para si, ficam de frente com Silvia sentada em seu colo. Suas peles molhadas em contato provocam sensações deliciosas. Ana percorre com seus dedos o rosto de sua amada. Cheira a sua pele, dá beijinhos em seu pescoço e ambas não resistindo trocam beijos apaixonados, as mãos deslizam pelos corpos molhados. Ana beija, mordisca, lambe o pescoço de Silvia, desce sua boca para os seios e os suga, Silvia geme alucinada, sentindo seu corpo inteiro se arrepiar de prazer. Ana faz Silvia sentar na borda da banheira e abre suas pernas. Se delicia com a visão que tem. Olha para o rosto de Silvia, para seus magníficos olhos verdes e dá um sorriso lindo e não se contendo, abocanha o sexo de sua amada, ambas gemem de prazer, Ana explora-o com avidez, percorre com sua língua todo o sexo de Silvia. Silvia implora por mais, então Ana penetra-a com os dedos e com a língua faz carinhos no clitóris intumescido. Silvia se alucina de tanto prazer. Ana sobe e a beija na boca, continuando a penetrá-la, movimentando-se mais rapidamente até Silvia de contorcer de prazer e sentir o orgasmo tomar conta de seu corpo. Relaxa. Ana a traz para si, colocando-a de costas, encaixando-a em seu corpo. Ana suavemente começa a passar a esponja pelo seu corpo, dando-lhe banho ao mesmo tempo que a enche de beijos e sussurra palavras de carinho. Na seqüência, Silvia se vira e dá um banho em Ana também, repleto de beijos e mais carinhos. Saem da banheira, se enxugam e vão para a cama. Continuam a se amar. O que aconteceu na banheira foi apenas o aquecimento do que aquela noite prometia. E entre gemidos e juras de amor, mais uma vez saciaram seus corpos. Terminam dormindo abraçadinhas.
Amanhã seria um novo dia, mas tinham a certeza de se amarem e isso bastava para seus corações seguirem felizes.
FIM.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
30 - Acerto final
Silvia saiu apressada do quarto. Não suportou ver Ana sorrindo para aquela mulher. Ficou se corroendo de ciúmes. Resolveu que era melhor sair a ficar presenciando a cena. Droga, nunca tivera ciúmes antes, por ninguém!
Não conseguiu conversar direito com Ana. Precisava saber o que Ana pensava sobre o seu amor. Estava cansada, resolveu que iria para casa. Estivera no hospital e no hotel por todo este tempo. Não tinha dormido nada a noite anterior e agora o cansaço estava aparecendo. Foi para casa e tomou dois comprimidos para dormir. Capotou por vinte horas seguidas. Quando acordou estava desnorteada. Dormiu quase um dia inteiro. Decidiu que não iria ver Ana hoje. Talvez amanhã. Tentou voltar ao trabalho, mas não conseguia se concentrar. Ana não saia dos seus pensamentos.
Amanhã chegou e não foi visitá-la de novo. Resolveu “ir” de outra forma. Novamente seu dia foi chato, vazio. Como Ana fazia-lhe falta. Como ela preenchia o seu dia. Decidiu que amanhã iria vê-la e conversaria com ela. Tinha que resolver isso, pois não agüentava viver assim, nessa indefinição.
-------------------------
Ana estava sentindo falta de Silvia. Já fazia três dias que não a via. Estava desesperada querendo vê-la. No dia anterior tinha recebido um enorme buquê de rosas vermelhas de Silvia. Ficou hiper feliz, mas ela não apareceu. Será que ela não viria mais? Droga, porque simplesmente não dizia a ela que a amava também. Agora ficava nessa agonia. Não conseguia mais viver sem Silvia. Dane-se o medo! Eu a amo. Preciso dela!
---------------------
Silvia foi ao hospital ver Ana. Quando Ana a viu, quase explodiu de felicidade. Silvia estava meio séria. Cumprimentou Ana.
- Como você está, Ana?
- Agora estou bem melhor. Por que você sumiu? Ana perguntou encarando Silvia.
- Porque não queria impor minha presença a você.
- Eu amo a sua companhia, tá.
- Ama só a minha companhia? Silvia pergunta encarando Ana com seu olhar triste.
- Não. Ana responde sorrindo.
- Não?!
- Eu amo você também Silvia. Ana se declara sorrindo.
Silvia sente uma felicidade imensa ao ouvir Ana dizer que a amava também. Lágrimas de felicidade rolam pelo seu rosto.
- Silvia, vem cá.... Ana diz e se abraçam fortemente.
- Podemos... namorar? Silvia pergunta timidamente, depois de um tempo.
- Humm.. Está me pedindo em namoro? Ana diz sorrindo.
- Sim, você aceita?
- Aceito, mas com uma condição.
- Qual? Pergunta Silvia curiosa.
- Sou muito ciumenta, e se eu ver você com rabo de olho para outra mulher, ficarei muito brava. Ana disse fingindo brabeza.
- Sua boba. Só tenho olhos para você.
- Acho bom.
E se beijam apaixonadamente. Ficam um bom tempo trocando carícias. Ambas sentem-se nas nuvens.
No dia seguinte, Cássia aparece de novo para visitar Ana. Quando ela chegou, Silvia ficou se roendo de ciúmes, mas mesmo assim saiu do quarto. Ana não lhe dissera nada sobre ela. Também não se lembrara de perguntar. Droga, sobre o que estariam falando? Pensava agoniada. Sua vontade era entrar no quarto e ficar possessivamente ao lado de Ana. Tinha descoberto que era extremamente ciumenta.
Quando Cássia saiu, entrou no quarto logo em seguida. Estava séria e encarou Ana, que se assustou e perguntou:
- O que aconteceu, Silvia?
- Quem é essa mulher?
- É a Cássia, minha amiga e minha ex-namorada. Está com ciúmes? Ana perguntou entendendo a reação de Silvia.
- Estou sim, tá. Responde brava.
- Uau, minha mulher é ciumenta. Ana diz rindo. – Vem cá, meu amor, vem. Diz e abre os braços. Silvia se aconchega nela. – Olha Silvia, só tenho olhos para você também, tá. Só existe uma mulher que quero amar e essa mulher é você. Certo? Diz e dá um beijo apaixonado em Silvia, ambas sentem seus corpos se inflamarem de desejo. Silvia, tomada pelo desejo, diz:
- Quero você, agora.
- Meu amor, eu não posso. E alguém pode aparecer, tem sempre enfermeira entrando. É arriscado demais.
- Fecho a porta, elas não entram sem bater e será rápido. Dá um sorriso sacana e faz isso.
- Uma rapidinha! Você é uma maluca. Ana diz rindo.
- Sim, sou maluca sim, maluca por você.
Silvia volta para Ana e a beija com paixão, beija seu pescoço, seu rosto. Sente o seu cheiro. Acaricia o corpo de Ana com carinho e cuidado, suspende a camisola sem-vergonha modelito padrão e suga os seios de sua amada. Ana geme ao sentir a boca de Silvia em seus seios. Está sedenta de amor, completamente molhada e enlouquecida. Não agüentando a vontade, pede que Silvia a penetre logo, pois está ansiosa pelos seus carinhos e por sentir prazer. Silvia desce sua mão até o sexo de Ana, que facilita a exploração abrindo a perna boa e Silvia a penetra, com carinho, intensifica os movimentos levando Ana para a explosão de seu corpo num orgasmo intenso, delicioso. Ficam olhando-se apaixonadamente. Beijam-se novamente. Silvia a ajuda a vestir novamente a camisola. Nisso batem na porta e logo em seguida a enfermeira entra. Foi por pouco. Ambas se encaram e riem.
- Pelo visto perdi a piada. A enfermeira diz sorrindo.
- É, acabou de perder. Silvia diz rindo.
A enfermeira aplica algumas injeções em Ana e logo em seguida se retira.
- Sua maluca, ela quase pega a gente pecando. Ana diz rindo.
- Uau, vou querer pecar sempre. Silvia diz caindo numa gargalhada.
Ficam conversando até Ana voltar a dormir, pois acabou ficando cansada.
Não conseguiu conversar direito com Ana. Precisava saber o que Ana pensava sobre o seu amor. Estava cansada, resolveu que iria para casa. Estivera no hospital e no hotel por todo este tempo. Não tinha dormido nada a noite anterior e agora o cansaço estava aparecendo. Foi para casa e tomou dois comprimidos para dormir. Capotou por vinte horas seguidas. Quando acordou estava desnorteada. Dormiu quase um dia inteiro. Decidiu que não iria ver Ana hoje. Talvez amanhã. Tentou voltar ao trabalho, mas não conseguia se concentrar. Ana não saia dos seus pensamentos.
Amanhã chegou e não foi visitá-la de novo. Resolveu “ir” de outra forma. Novamente seu dia foi chato, vazio. Como Ana fazia-lhe falta. Como ela preenchia o seu dia. Decidiu que amanhã iria vê-la e conversaria com ela. Tinha que resolver isso, pois não agüentava viver assim, nessa indefinição.
-------------------------
Ana estava sentindo falta de Silvia. Já fazia três dias que não a via. Estava desesperada querendo vê-la. No dia anterior tinha recebido um enorme buquê de rosas vermelhas de Silvia. Ficou hiper feliz, mas ela não apareceu. Será que ela não viria mais? Droga, porque simplesmente não dizia a ela que a amava também. Agora ficava nessa agonia. Não conseguia mais viver sem Silvia. Dane-se o medo! Eu a amo. Preciso dela!
---------------------
Silvia foi ao hospital ver Ana. Quando Ana a viu, quase explodiu de felicidade. Silvia estava meio séria. Cumprimentou Ana.
- Como você está, Ana?
- Agora estou bem melhor. Por que você sumiu? Ana perguntou encarando Silvia.
- Porque não queria impor minha presença a você.
- Eu amo a sua companhia, tá.
- Ama só a minha companhia? Silvia pergunta encarando Ana com seu olhar triste.
- Não. Ana responde sorrindo.
- Não?!
- Eu amo você também Silvia. Ana se declara sorrindo.
Silvia sente uma felicidade imensa ao ouvir Ana dizer que a amava também. Lágrimas de felicidade rolam pelo seu rosto.
- Silvia, vem cá.... Ana diz e se abraçam fortemente.
- Podemos... namorar? Silvia pergunta timidamente, depois de um tempo.
- Humm.. Está me pedindo em namoro? Ana diz sorrindo.
- Sim, você aceita?
- Aceito, mas com uma condição.
- Qual? Pergunta Silvia curiosa.
- Sou muito ciumenta, e se eu ver você com rabo de olho para outra mulher, ficarei muito brava. Ana disse fingindo brabeza.
- Sua boba. Só tenho olhos para você.
- Acho bom.
E se beijam apaixonadamente. Ficam um bom tempo trocando carícias. Ambas sentem-se nas nuvens.
No dia seguinte, Cássia aparece de novo para visitar Ana. Quando ela chegou, Silvia ficou se roendo de ciúmes, mas mesmo assim saiu do quarto. Ana não lhe dissera nada sobre ela. Também não se lembrara de perguntar. Droga, sobre o que estariam falando? Pensava agoniada. Sua vontade era entrar no quarto e ficar possessivamente ao lado de Ana. Tinha descoberto que era extremamente ciumenta.
Quando Cássia saiu, entrou no quarto logo em seguida. Estava séria e encarou Ana, que se assustou e perguntou:
- O que aconteceu, Silvia?
- Quem é essa mulher?
- É a Cássia, minha amiga e minha ex-namorada. Está com ciúmes? Ana perguntou entendendo a reação de Silvia.
- Estou sim, tá. Responde brava.
- Uau, minha mulher é ciumenta. Ana diz rindo. – Vem cá, meu amor, vem. Diz e abre os braços. Silvia se aconchega nela. – Olha Silvia, só tenho olhos para você também, tá. Só existe uma mulher que quero amar e essa mulher é você. Certo? Diz e dá um beijo apaixonado em Silvia, ambas sentem seus corpos se inflamarem de desejo. Silvia, tomada pelo desejo, diz:
- Quero você, agora.
- Meu amor, eu não posso. E alguém pode aparecer, tem sempre enfermeira entrando. É arriscado demais.
- Fecho a porta, elas não entram sem bater e será rápido. Dá um sorriso sacana e faz isso.
- Uma rapidinha! Você é uma maluca. Ana diz rindo.
- Sim, sou maluca sim, maluca por você.
Silvia volta para Ana e a beija com paixão, beija seu pescoço, seu rosto. Sente o seu cheiro. Acaricia o corpo de Ana com carinho e cuidado, suspende a camisola sem-vergonha modelito padrão e suga os seios de sua amada. Ana geme ao sentir a boca de Silvia em seus seios. Está sedenta de amor, completamente molhada e enlouquecida. Não agüentando a vontade, pede que Silvia a penetre logo, pois está ansiosa pelos seus carinhos e por sentir prazer. Silvia desce sua mão até o sexo de Ana, que facilita a exploração abrindo a perna boa e Silvia a penetra, com carinho, intensifica os movimentos levando Ana para a explosão de seu corpo num orgasmo intenso, delicioso. Ficam olhando-se apaixonadamente. Beijam-se novamente. Silvia a ajuda a vestir novamente a camisola. Nisso batem na porta e logo em seguida a enfermeira entra. Foi por pouco. Ambas se encaram e riem.
- Pelo visto perdi a piada. A enfermeira diz sorrindo.
- É, acabou de perder. Silvia diz rindo.
A enfermeira aplica algumas injeções em Ana e logo em seguida se retira.
- Sua maluca, ela quase pega a gente pecando. Ana diz rindo.
- Uau, vou querer pecar sempre. Silvia diz caindo numa gargalhada.
Ficam conversando até Ana voltar a dormir, pois acabou ficando cansada.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
29 - Se declarando...
Ana ficou boquiaberta diante da declaração de Silvia. Não esperava ouvir isso. Não assim, direto. Seu coração se acelera, seu corpo reage instantaneamente à declaração de Silvia. Silvia a olha com carinho e pega em sua mão.
- Eu... eu... Ana não sabe o que dizer.
- Eu te amo, Ana. Descobri isso quando estava na praia ainda. Estava tão feliz esperando você me buscar e quando... quando recebi a notícia do acidente... eu achei que fosse morrer de tanto desespero. Desespero pela possibilidade de te perder. Silvia falou olhando aqueles olhos castanhos que tanto amava.
Ana continua muda, sem saber o que dizer. Estava sentindo uma felicidade imensa. Seu sonho era real. Silvia a amava. Deveria acreditar? Deveria se entregar assim, fácil? Pensava.
- Ana, sei que é difícil para você acreditar, mas é verdade. Descobri que te amo, e te peço, dê-nos uma chance de viver este amor, por favor? Silvia suplica-lhe com as lágrimas escorrendo livremente pelo seu rosto.
Ana fica observando a mulher a sua frente. Jamais esperava ver e ouvir isso, mas precisava pensar sobre isso.
- Silvia, eu... eu preciso pensar. Não sei o que dizer. Ana diz quase chorando também. Seria tão fácil dizer “sim”, mas e o medo de ser apenas mais uma diversão dela, de que ela esteja confundindo as coisas.
- Entendo. Deixarei você pensando. Silvia diz triste e entende que não será tão fácil como pensou que seria.
Silvia faz um carinho no rosto de Ana, a olha com carinho, dá um pequeno sorriso, se vira e sai do quarto com a tristeza pesando-lhe na alma. O que você esperava? Que ela pulasse em seu pescoço e dissesse que a amava também? Silvia se perguntava. Sentou num banco no corredor e ficou ali, chorando. Não conseguia mais se imaginar viver sem Ana. Ela tornou-se a razão do seu viver. E se ela não lhe quisesse, o que faria? Como sobreviveria a isso? O que eu faço da minha vida sem você, Ana? O que eu faço?
Não retornou mais ao quarto de Ana nesse dia. Foi para o hotel. Não conseguiu dormir nada a noite. A possibilidade de ficar sem Ana a desesperava. Jamais imaginou que pudesse ficar assim, de quatro, por alguém, mas estava e descobriu que amar podia ser sofrimento. Muito sofrimento. Não queria sofrer, mas quantas mulheres fizera sofrer assim. Lembrou-se do que Carmem dissera. É, estava apaixonadíssima e corria o risco de não viver esse amor. Precisava ver Ana. Precisava estar perto dela. Era vital.
De manhã voltou para o hospital. Ao chegar na porta do quarto de Ana, seu coração bate acelerado. Não queria pressioná-la, só queria vê-la. Ana dormia serenamente. Sentou na poltrona e ficou observando-a dormir. Novamente viu-se perdida em seus pensamentos. Era um looping. Como viver sem Ana? Como viver sem o sorriso, sem a alegria dela? Como viver sem o amor dela? Como?
Ana acorda. Abre os olhos lentamente e vê Silvia. Seu coração fica feliz. Não a viu mais ontem. Ainda não se decidira, o medo persistia. Como acreditar em alguém que não acreditava no amor? Não estaria confundindo as coisas? Tinha medo de se entregar e descobrir depois que não era amor, mas apenas obsessão por parte dela. Mas ao se imaginar ficar longe dela ficava angustiada. Precisava se decidir logo. Silvia a vê acordada.
- Bom dia, Ana. Diz sorrindo e morrendo de vontade de beijá-la.
- Bom dia. D. Silvia.
- Você está bem?
- Estou sim, mas a perna continua incomodando. Ana diz fazendo carinha de dor.
- Logo você estará nova em folha. Silvia diz sorrindo.
- Espero que sim.
Pela primeira vez Silvia não sabe o que dizer. Queria abraçar e beijar Ana. Mas não podia. Olha para seus amados olhos castanhos e sorri. Ana lhe sorri de volta. Nesse instante alguém chega na porta, que está aberta, e dá leves batidas, se anunciando.
- Olá, bom dia pra vocês duas.
- Cássia. Que bom te ver. Ana diz sorrindo ao ver a amiga.
- Estava te devendo a visita. Como você está? Pergunta e chega até Ana dando beijos em suas bochechas.
Silvia a reconhece como sendo a mulher que estava no shopping com Ana. Sente um ciúme louco e resolve sair do quarto sem dizer nada. Ana percebe a reação de Silvia e fica intrigada. Depois pensaria sobre isso. Primeiro curtiria a visita de Cássia.
- Eu... eu... Ana não sabe o que dizer.
- Eu te amo, Ana. Descobri isso quando estava na praia ainda. Estava tão feliz esperando você me buscar e quando... quando recebi a notícia do acidente... eu achei que fosse morrer de tanto desespero. Desespero pela possibilidade de te perder. Silvia falou olhando aqueles olhos castanhos que tanto amava.
Ana continua muda, sem saber o que dizer. Estava sentindo uma felicidade imensa. Seu sonho era real. Silvia a amava. Deveria acreditar? Deveria se entregar assim, fácil? Pensava.
- Ana, sei que é difícil para você acreditar, mas é verdade. Descobri que te amo, e te peço, dê-nos uma chance de viver este amor, por favor? Silvia suplica-lhe com as lágrimas escorrendo livremente pelo seu rosto.
Ana fica observando a mulher a sua frente. Jamais esperava ver e ouvir isso, mas precisava pensar sobre isso.
- Silvia, eu... eu preciso pensar. Não sei o que dizer. Ana diz quase chorando também. Seria tão fácil dizer “sim”, mas e o medo de ser apenas mais uma diversão dela, de que ela esteja confundindo as coisas.
- Entendo. Deixarei você pensando. Silvia diz triste e entende que não será tão fácil como pensou que seria.
Silvia faz um carinho no rosto de Ana, a olha com carinho, dá um pequeno sorriso, se vira e sai do quarto com a tristeza pesando-lhe na alma. O que você esperava? Que ela pulasse em seu pescoço e dissesse que a amava também? Silvia se perguntava. Sentou num banco no corredor e ficou ali, chorando. Não conseguia mais se imaginar viver sem Ana. Ela tornou-se a razão do seu viver. E se ela não lhe quisesse, o que faria? Como sobreviveria a isso? O que eu faço da minha vida sem você, Ana? O que eu faço?
Não retornou mais ao quarto de Ana nesse dia. Foi para o hotel. Não conseguiu dormir nada a noite. A possibilidade de ficar sem Ana a desesperava. Jamais imaginou que pudesse ficar assim, de quatro, por alguém, mas estava e descobriu que amar podia ser sofrimento. Muito sofrimento. Não queria sofrer, mas quantas mulheres fizera sofrer assim. Lembrou-se do que Carmem dissera. É, estava apaixonadíssima e corria o risco de não viver esse amor. Precisava ver Ana. Precisava estar perto dela. Era vital.
De manhã voltou para o hospital. Ao chegar na porta do quarto de Ana, seu coração bate acelerado. Não queria pressioná-la, só queria vê-la. Ana dormia serenamente. Sentou na poltrona e ficou observando-a dormir. Novamente viu-se perdida em seus pensamentos. Era um looping. Como viver sem Ana? Como viver sem o sorriso, sem a alegria dela? Como viver sem o amor dela? Como?
Ana acorda. Abre os olhos lentamente e vê Silvia. Seu coração fica feliz. Não a viu mais ontem. Ainda não se decidira, o medo persistia. Como acreditar em alguém que não acreditava no amor? Não estaria confundindo as coisas? Tinha medo de se entregar e descobrir depois que não era amor, mas apenas obsessão por parte dela. Mas ao se imaginar ficar longe dela ficava angustiada. Precisava se decidir logo. Silvia a vê acordada.
- Bom dia, Ana. Diz sorrindo e morrendo de vontade de beijá-la.
- Bom dia. D. Silvia.
- Você está bem?
- Estou sim, mas a perna continua incomodando. Ana diz fazendo carinha de dor.
- Logo você estará nova em folha. Silvia diz sorrindo.
- Espero que sim.
Pela primeira vez Silvia não sabe o que dizer. Queria abraçar e beijar Ana. Mas não podia. Olha para seus amados olhos castanhos e sorri. Ana lhe sorri de volta. Nesse instante alguém chega na porta, que está aberta, e dá leves batidas, se anunciando.
- Olá, bom dia pra vocês duas.
- Cássia. Que bom te ver. Ana diz sorrindo ao ver a amiga.
- Estava te devendo a visita. Como você está? Pergunta e chega até Ana dando beijos em suas bochechas.
Silvia a reconhece como sendo a mulher que estava no shopping com Ana. Sente um ciúme louco e resolve sair do quarto sem dizer nada. Ana percebe a reação de Silvia e fica intrigada. Depois pensaria sobre isso. Primeiro curtiria a visita de Cássia.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Bom dia Meninas,
Resolvi postar dois capítulos (o 27 e 28) hoje , de novo...rsrsrs... porque a reclamação de que eles são curtinhos são muitas...rsrs de que vcs ficam ansiosas e isso e aquilo, mas não adianta, porque vcs continuarão ansiosas e isso e aquilo..kkkkkkk, mas pelo menos vocês terão mais linhas para ler...
Eu não sou malvada!!!! Vcs vivem me chamando de malvada... eu não sou!!! Juro que não sou!
Ionete, minha querida, valeu pelo cartão... sabe que eu amo recebê-los, né! Ta aí o resultado, me acostumou mal... agora "güenta".. kkkkkkkk
Achei a mensagem linda e resolvi colocá-la aqui:
"Não há pedras,
Não há muros,
Nenhuma barreira nos privará da felicidade
Da sabedoria de sorrir e amar.
Aproveite a vida
Como se cada segundo fosse eterno
Como se cada manhã fosse um raio de esperança
Como se cada sonho fosse um dia na sua vida."
(desconheço o autor)
Meninas, desejo uma ótima semana para vocês!
Beijos no coração de cada uma
Gatafield
Resolvi postar dois capítulos (o 27 e 28) hoje , de novo...rsrsrs... porque a reclamação de que eles são curtinhos são muitas...rsrs de que vcs ficam ansiosas e isso e aquilo, mas não adianta, porque vcs continuarão ansiosas e isso e aquilo..kkkkkkk, mas pelo menos vocês terão mais linhas para ler...
Eu não sou malvada!!!! Vcs vivem me chamando de malvada... eu não sou!!! Juro que não sou!
Ionete, minha querida, valeu pelo cartão... sabe que eu amo recebê-los, né! Ta aí o resultado, me acostumou mal... agora "güenta".. kkkkkkkk
Achei a mensagem linda e resolvi colocá-la aqui:
"Não há pedras,
Não há muros,
Nenhuma barreira nos privará da felicidade
Da sabedoria de sorrir e amar.
Aproveite a vida
Como se cada segundo fosse eterno
Como se cada manhã fosse um raio de esperança
Como se cada sonho fosse um dia na sua vida."
(desconheço o autor)
Meninas, desejo uma ótima semana para vocês!
Beijos no coração de cada uma
Gatafield
28 - Descobertas
D. Josefa entra no quarto e Ana tinha acabado de acordar. Dá um imenso sorriso ao ver sua mãe. Estava com saudades dela.
- Mãe. Que bom que você veio.
- Oi, minha filha. Como você está? D. Josefa diz dando um abraço e beijando sua filha no rosto.
- Estou bem melhor, mãe. Só a perna que dói e isso me incomoda um pouco.
- Mas logo você estará sem dor. Minha filha, tive tanto medo de te perder. D. Josefa fala com os olhos marejados.
- Ô, mãe. Eu tô aqui, e estou bem. Diz sorrindo, querendo apagar aquele olhar triste de sua mãe.
- Eu sei, Ana. Fala passando a mão no rosto de Ana. – Ah, a D. Silvia está aí fora.
- Está? Ana pergunta assustada.
- Sim, ela nunca arredou o pé do hospital, mesmo com você na UTI.
- Sério? Ana pergunta incrédula.
- Sim, e ela te ama, minha filha. D. Josefa diz sorrindo.
- Não, mãe. Ela não me ama. Ana diz, triste, querendo que realmente fosse verdade que Silvia a amasse.
- Minha filha, ela te ama e muito. Acredite em mim e ela confessou isso para mim.
- Mãe, eu não consigo acreditar nisso. Ana disse olhando para os olhos de sua querida mãe.
- Mas é verdade, Ana. Acredite. Só quem ama se dedica tanto assim.
- Não consigo imaginar ela me amando, mãe.
- Você ama muito ela, não é?
- Ah, mãe, sim. Demais, como nunca amei ninguém, mas ela só quer diversão. Ana diz com um olhar triste, sentindo uma vontade de chorar.
- Minha filha, acredite, ela te ama.
- Queria acreditar nisso, mãe. Mesmo. Ana estava com os olhos marejados.
- O tempo mostrará isso a você, Ana.
Conversaram sobre vários assuntos. Riram um monte. Ana sentia-se muito bem. Gostaria de acreditar no amor de Silvia. Mas não conseguia. Para alguém que sempre se relacionou por diversão e agora dizer que estava apaixonada era difícil de acreditar, mas passaria a observá-la mais atentamente.
- Minha filha, já vou. Ah, a Cássia quer vir te ver.
- Tá, peça a ela para vir.
- Direi a ela.
D. Josefa dá um beijo e um abraço na filha e sai. Sua menina está bem. E no que dependesse dela, ela e D. Silvia ficariam juntas. Pensou sorrindo.
Assim que D. Josefa sai, ela e Silvia conversam um pouco e logo depois Silvia entra no quarto. Ana dá-lhe um sorriso encantador. Silvia se derrete toda. Aproxima-se de Ana e dá-lhe um leve beijo nos lábios. Ana fica sem ação, pois não esperava um beijo nos lábios, mesmo sendo um selinho.
- Oi, Ana. Tudo bem? Silvia pergunta sorrindo encantadoramente.
- Oi, D. Silvia, tudo bem. Só a perna que dói muito.
- Bom, acho que isso é normal. E dá um sorriso cativante. – Falei com o médico. Ele disse que provavelmente em uma semana você estará recebendo alta.
- Que bom. Não gosto de hospitais. Ana disse fazendo uma careta.
- Acho que ninguém gosta. Silvia ri dela. - Conversei com sua mãe e você ficará em minha casa. Silvia determina.
- Mas, D. Silvia...
- Nada de mas, Ana. Está decidido. E depois que a sua perna sarar, você ainda terá as sessões de fisioterapia.
- Mas eu não quero dar trabalho... Ana tenta argumentar.
- Ana, está decidido e não será trabalho algum. Dá um sorriso e leva a mão ao rosto de Ana e faz um carinho.
Ana se espanta com o gesto e fica observando a mulher a sua frente. Será que sua mãe estava certa? Pensou. Bom, se fosse verdade esperaria Silvia lhe dizer. Não precipitaria nada, até porque não queria criar falsas esperanças.
- Ana, eu... eu fiquei com tanto medo de te perder. Silvia diz com seu rosto levemente avermelhado.
Ana amou vê-la assim, sem graça, parecendo estar com vergonha do que estava dizendo.
- Ficou com medo de perder a sua motorista preferida? Ana perguntou rindo.
- Não. Silvia estava séria, encarando Ana. – Fiquei com medo de perder a mulher que amo.
- Mãe. Que bom que você veio.
- Oi, minha filha. Como você está? D. Josefa diz dando um abraço e beijando sua filha no rosto.
- Estou bem melhor, mãe. Só a perna que dói e isso me incomoda um pouco.
- Mas logo você estará sem dor. Minha filha, tive tanto medo de te perder. D. Josefa fala com os olhos marejados.
- Ô, mãe. Eu tô aqui, e estou bem. Diz sorrindo, querendo apagar aquele olhar triste de sua mãe.
- Eu sei, Ana. Fala passando a mão no rosto de Ana. – Ah, a D. Silvia está aí fora.
- Está? Ana pergunta assustada.
- Sim, ela nunca arredou o pé do hospital, mesmo com você na UTI.
- Sério? Ana pergunta incrédula.
- Sim, e ela te ama, minha filha. D. Josefa diz sorrindo.
- Não, mãe. Ela não me ama. Ana diz, triste, querendo que realmente fosse verdade que Silvia a amasse.
- Minha filha, ela te ama e muito. Acredite em mim e ela confessou isso para mim.
- Mãe, eu não consigo acreditar nisso. Ana disse olhando para os olhos de sua querida mãe.
- Mas é verdade, Ana. Acredite. Só quem ama se dedica tanto assim.
- Não consigo imaginar ela me amando, mãe.
- Você ama muito ela, não é?
- Ah, mãe, sim. Demais, como nunca amei ninguém, mas ela só quer diversão. Ana diz com um olhar triste, sentindo uma vontade de chorar.
- Minha filha, acredite, ela te ama.
- Queria acreditar nisso, mãe. Mesmo. Ana estava com os olhos marejados.
- O tempo mostrará isso a você, Ana.
Conversaram sobre vários assuntos. Riram um monte. Ana sentia-se muito bem. Gostaria de acreditar no amor de Silvia. Mas não conseguia. Para alguém que sempre se relacionou por diversão e agora dizer que estava apaixonada era difícil de acreditar, mas passaria a observá-la mais atentamente.
- Minha filha, já vou. Ah, a Cássia quer vir te ver.
- Tá, peça a ela para vir.
- Direi a ela.
D. Josefa dá um beijo e um abraço na filha e sai. Sua menina está bem. E no que dependesse dela, ela e D. Silvia ficariam juntas. Pensou sorrindo.
Assim que D. Josefa sai, ela e Silvia conversam um pouco e logo depois Silvia entra no quarto. Ana dá-lhe um sorriso encantador. Silvia se derrete toda. Aproxima-se de Ana e dá-lhe um leve beijo nos lábios. Ana fica sem ação, pois não esperava um beijo nos lábios, mesmo sendo um selinho.
- Oi, Ana. Tudo bem? Silvia pergunta sorrindo encantadoramente.
- Oi, D. Silvia, tudo bem. Só a perna que dói muito.
- Bom, acho que isso é normal. E dá um sorriso cativante. – Falei com o médico. Ele disse que provavelmente em uma semana você estará recebendo alta.
- Que bom. Não gosto de hospitais. Ana disse fazendo uma careta.
- Acho que ninguém gosta. Silvia ri dela. - Conversei com sua mãe e você ficará em minha casa. Silvia determina.
- Mas, D. Silvia...
- Nada de mas, Ana. Está decidido. E depois que a sua perna sarar, você ainda terá as sessões de fisioterapia.
- Mas eu não quero dar trabalho... Ana tenta argumentar.
- Ana, está decidido e não será trabalho algum. Dá um sorriso e leva a mão ao rosto de Ana e faz um carinho.
Ana se espanta com o gesto e fica observando a mulher a sua frente. Será que sua mãe estava certa? Pensou. Bom, se fosse verdade esperaria Silvia lhe dizer. Não precipitaria nada, até porque não queria criar falsas esperanças.
- Ana, eu... eu fiquei com tanto medo de te perder. Silvia diz com seu rosto levemente avermelhado.
Ana amou vê-la assim, sem graça, parecendo estar com vergonha do que estava dizendo.
- Ficou com medo de perder a sua motorista preferida? Ana perguntou rindo.
- Não. Silvia estava séria, encarando Ana. – Fiquei com medo de perder a mulher que amo.
Assinar:
Postagens (Atom)