Silvia foi até o quarto de Ana e entrou, ela dormia. Se despiu e se aproximou dela. Sentou sobre Ana e começou a beijá-la. Ana acordou e ficou olhando para Silvia, que se apoderou da boca de Ana num beijo quente. Ana a abraçou e começou a percorrer com as mãos o corpo nu de Silvia. Ana virou-se, invertendo as posições e ficou por cima de Silvia. Tirou suas roupas, olhando fixamente para os olhos verdes, dando um sorriso safado. Silvia enlouqueceu ao vê-la nua, sentia-se totalmente molhada, seu corpo queria sentir o prazer que ela poderia lhe dar. Ana desce sua boca até os seios dela, acaricia-os com a língua e suga-os com vontade, arrancando fortes gemidos de Silvia. Volta a beijá-la na boca, desce sua boca para o pescoço, beija-o, mordisca-o e desce sua mão até o sexo molhado de Silvia, acaricia-o e massageia seu clitóris, Silvia se contorce gemendo alucinadamente. Ana penetra-a com dois dedos, movimentando-os.... Silvia está enlouquecida, seu corpo queima de tanto prazer.... bi bi bi bi bi.....
- Mas que merda é essa? Silvia acorda e desliga o rádio relógio e percebe que tudo não passou de um sonho. Estava molhada, cheia de tesão e sente-se frustrada. Queria que tivesse sido real. Meu deus, estou enlouquecida por esta mulher. Isto já está afetando minhas idéias. Pensou. Teve uma idéia, mas precisava estar sem muletas, enquanto isso, iria jogar seu charme em cima dela.
Na primeira semana, Ana praticamente não trabalhou e nem a viu, pois Silvia não saiu de casa. Na semana seguinte, Silvia resolveu que ia para a empresa de muletas mesmo. Cancelou sua ida às fazendas, pois iria para lá somente quando estivesse recuperada. E ainda tinha que romper seu relacionamento com Carmem. A moça ligava sempre querendo saber como ela estava e já estava se irritando. Tinha que por um ponto final nessa história e logo. Pensou.
No início da segunda semana. Silvia ia para a empresa e resolveu que colocaria em prática parte de seu plano para seduzir Ana. Já estava maluca por esta mulher. Mas deveria ir com calma, precisava sentir o terreno que estava pisando. Chamou Ana para ajudá-la com suas coisas, pois ainda estava de muletas.
- Bom dia, Ana. Falou sorrindo e olhando diretamente para os olhos castanhos de Ana.
- Bom dia, D. Silvia. Ana tremeu com a intensidade daquele olhar, que parecia querer seqüestrá-la.
- Por favor, leve a minha bolsa e aquelas pastas para mim. Esta semana vou abusar mais de você. Disse e deu um sorriso “derrete iceberg”.
- Sim, senhora. Ana estava com o corpo arrepiado. Meu deus, esta mulher está querendo me enlouquecer sorrindo desta forma. Pensou.
Ana carregava sua bolsa e as pastas e estava do lado de Silvia e iam em direção ao carro. Ana colocou as coisas no carro e abriu a porta para que Silvia entrasse. Silvia pediu que a ajudasse. Ana a segurou e Silvia a enlaçou pelo pescoço. Ana, nervosa, colocou suas muletas ao lado e ajudou a entrar no carro. Silvia segurou sua nuca e antes de soltá-la fez um suave carinho, encarando-a intensamente. Ana olhou-a direto nos olhos verdes e quase perdeu a compostura e a beijou. Seu corpo reagira instantaneamente ao carinho. Fechou a porta e colocou as muletas do outro lado. Estava com o coração batendo acelerado. Engoliu em seco. Ligou o carro e foi em direção à empresa, totalmente nervosa e excitada.
Silvia estava exultante, sentiu que Ana não lhe era indiferente. Quando ela a olhou nos olhos quase a puxara para um beijo, mas com Ana agiria com calma. Estava se divertindo com isso. Saborearia seu prêmio com imenso prazer.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
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