sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

14 - A investida

Sábado. Silvia dera folga a todos os seus empregados, exceto Ana. Sabia que Ana sempre cuidava dos carros geralmente nesse dia. Resolveu que chegara a hora de agir.

Ana estava lavando um dos carros, passava uma esponja ensaboada por ele. Silvia aproximou-se e ficou admirando as pernas de Ana. Eram lindas. Seu corpo todo era lindo. Estava louca para sentir seu corpo e, claro, todo nu. Ana não viu Silvia se aproximando e pegar a mangueira. De repente Silvia abre a mangueira e joga água em Ana, que dá um berro, xingando e se vira brava, mas quando vê Silvia, fica sem ação.

- Ana, me desculpe. Eu... Eu só queria ajudar. Silvia fala, mas sorrindo por dentro.

- Tudo bem, D. Silvia. Está mesmo calor. Ana disse surpresa e com sua roupa totalmente molhada.

- Poxa, eu acabei te molhando toda. Sinceramente, me desculpe. Silvia falou encarando Ana que sentia o corpo queimar ante aquele olhar intenso. – Eu me atrapalhei com esta mangueira.

- Tudo bem, D. Silvia, não se preocupe.

Ana estava de camiseta e short, agora molhados e agarrados, evidenciando o seu corpo. Silvia não desgrudava os olhos, devorando Ana. A encarava. Precisava sentir esta mulher. Silvia estava de regata e short. Ana também não conseguia desviar o seu olhar, nunca a vira assim, tão à vontade em casa. Somente na praia a vira vestida desse jeito e tinha adorado vê-la tão “exposta”. Deliciosamente exposta.

- Posso te ajudar? Silvia pergunta sorrindo, quebrando o transe do momento.

- Me ajudar? Ana pergunta incrédula.

- Sim. Silvia diz encarando Ana, num olhar firme.

-Não precisa, D. Silvia. Sempre fiz isto sozinha, não precisa se incomodar. Ana responde sentindo-se presa com o olhar da outra.

Silvia se aproxima de Ana e tira a esponja de sua mão, sem desviar o olhar. Ana está hipnotizada. Silvia joga a esponja no chão e sobe a outra mão na nuca de Ana, que fica paralisada com a ação dela. Silvia se aproxima mais ainda e enlaça a cintura de Ana com a outra mão. No mesmo instante a puxa para si colando sua boca na dela, dando um beijo carregado de paixão, tentando invadir com sua língua a boca de Ana. E Ana sem acreditar no que está acontecendo, e não resistindo ao desejo, cede ao beijo e abraça Silvia, ficando com seus corpos coladinhos. O beijo flui cheio de paixão.

- Vamos tirar esta camiseta molhada. Silvia diz, com voz rouca, puxando a camiseta de Ana para cima e retirando-a. Joga-a no chão. Tira o sutiã dela e também sua própria camiseta. Silvia beija o pescoço de Ana, mordisca a sua orelha, beija novamente sua boca. Ana não oferece resistência, está entregue ao momento delicioso. Silvia desce sua boca até o seio de Ana e o suga com paixão. Ana geme e deixa Silvia mais enlouquecida. Volta a beijar a boca deliciosa de Ana, beija seu pescoço, acaricia seus seios. Ana sente seu corpo pegar fogo, tamanha vontade que tem de amar esta mulher. Está enlouquecida. Silvia desce sua mão em direção ao sexo de Ana, tenta enfiar a mão por dentro do short, mas Ana a impede. Recobra a razão.

- Não, D. Silvia... Isto não está certo. Ana diz sentindo o coração doer.

- Ana... sussurra Silvia com a voz extremamente rouca, olhando-a nos olhos. – Eu quero você, todinha só pra mim.

Ana fecha os olhos, sentindo o corpo inflamar, mas não pode ceder a essa vontade. Silvia só quer se divertir com ela. Num impulso, desfaz o contato e olhando Silvia nos olhos, diz:

- Eu não posso, D. Silvia. Sinto muito. Se abaixa, pega sua camiseta e o sutiã e sai em direção ao seu quarto, deixando Silvia atônita, não acreditando que fora rejeitada por sua empregada.

Silvia sente seu sexo doer, tamanha vontade que tem por sentir o toque, o carinho de Ana. Mas não desistiria, a queria ainda, mais que antes, pois agora sabia o gosto do beijo de Ana e não sossegaria enquanto não a tivesse em seus braços, em sua cama. Estava decidida, queria Ana a todo custo.

Um comentário:

Unknown disse...

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